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1950

O Professor Pinkhos Churgin, presidente do 'movimento' Mizrachi nos Estados Unidos, colocou em marcha uma iniciativa para estabelecer uma universidade que combina os valores judaicos e a excelência académica.

1953

Depois de uma campanha para recaudação de fundos entre as comunidades judaicas dos Estados Unidos, a pedra angular da universidade é estabelecida com a designação de terras por parte do governo israelita e do Fundo Nacional Judaico.

1955

Abre a universidade Bar-Ilan, assim apelidada em memória do rabino Meir Bar-Ilan, um proeminente líder religioso sionista. O Professor Churgin é o presidente fundador da universidade.

1959

Primeiros graduados da universidade, no total 27, completam os seus estudos no grau de licenciatura.

1961

5 primeiros graduados em cursos de mestrado.

1963

Primeiros graduados em doutoramento na Bar-Ilan.

1965

Bar-Ilan ofrece cursos por primera vez en Ashkelon para que residentes de esta cidade para melhorar a sua educação.

1967

Projecto Resposta entra em marcha, permitindo às pessoas localizar as fontes na literatura halakhica através dos séculos.

1968

Cursos oferecidos em Zemach e Safed, ambos lugares que mais tarde se convertirão em sedes de ramas académicas de Bar-Ilan.

1972

Abre o Instituto de Estudos Avançados de Torá Jesselson.

1978

As relações científicas com os organismos internacionais expandem-se com projectos que implicam principalmente a detecção precoce do cancro, o fortalecimento do sistema imunológico e a reabilitação dos soldados que sufrem de traumas na cabeça, entre outros.

1985-1995

As cinco ramas da Universidade funcionam como colégios regionais (Ashkelon, Safed, o vale do Jordão, Ariel e a Galilea ocidental), depois de um reconhecimento formal do Estado de Israel.

Novos projectos de investigação melhoram a reputação de Bar-Ilan, incluindo a prevenção do desenvolvimento da doença de Alzheimer, o tratamento médico de queimaduras e a produção de gelatina Kosher.

Inaugura-se uma nova escola de Direito e Lei. Os novos programas de estudos judaicos estabelecem-se para o beneficio da grande vaga de estudantes estrangeiros com pouco ou nenhum conocimento do judaísmo.

Cerca de 100 destacados científicos dos novos estrangeiros unem-se a Bar-Ilan, impulsionando o trabajo de investigação levado a cabo na universidade. A Faculdade de Estudos Judaicos publica uma nova edição da fundaçao 'Mikraot Gedolot' e produz uma nova actualização em CD-ROM dos principais livros sagrados e bastantes livros de preguntas e respostas (Projecto Resposta).

AFBIU lança o programa “Adoptar um Estudante” para oferecer bolsas a novos imigrantes procedentes da antiga União Soviética e de Etiópia.

1995-2005

Bar-Ilan conta com a maior escola de Educação e Trabalho Social em Israel. A sua faculdade da universidade de Estudos Judaicos é a maior do mundo. Em 1998, o Programa de Bolsas de Doutoramento de Excelência entrou em vigor com o apoio da AFBIU.

Começa a construção do campus norte, outorgando-se à universidade um prémio de reconhecimento da beleza do campus. O número de acordos internacionais de cooperação académica que a universidade firmou alcança os 54. Estabelece-se a nova faculdade de Ciências da Vida.

As Bolsas Presidente são atribuídas para ajudar os estudantes excepcionais do Doutoramento, chegando estes a ser 1618, o dobro do número de alunos quando se iniciou o programa de bolsas.

Em 2001 introduz-se os novos cursos interdisciplinares, incluídas as de Ciências do Cérebro, o Judaísmo Contemporâneo, Estudos de Género e Gestão de Conflitos e Negociação. A Universidade se estabelece como um centro mundial da identidade judaica cujo os novos programas são destinados a prevenir a asimilação judía no estrangeiro e reforçar a identidade judaica entre a juventude na Diáspora. Novos programas de extenção comunitária incluem centros académicos em Bnei-Brak e Jerusalém em benefício dos homens e mulheres religiosos ortodoxos.

Para 2005, a Universidade conta com 70 edifícios, 150 laboratórios e 6.100 cursos.

2011

Inauguração da Faculdade de Medicina na Galilea (Safed).

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