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A Prof. Rachela Popovtzer, chefe da área de engenharia biomédica da Faculdade de Engenharia da Universidade Bar-Ilan junto com o Prof. Dror Fiksler, chefe do Instituto de Nanotecnologia e Materiais Avançados, estão desenvolvendo um nano-robô que oferece tratamento personalizado para pacientes com câncer e pacientes menos complexos.

As partículas desenvolvidas pelos pesquisadores trabalham sob uma série de condições. "A maioria das doenças não se baseia em apenas um marcador biológico, mas numa combinação de vários marcadores."

A vantagem do nano robô é que ele pode reconhecer se há condições de liberar o medicamento, isto é, se as condições A e B são atendidas, somente então a droga será liberada ".

Atualmente, uma pessoa que é submetido a uma quimioterapia ou uma droga biológica, recebe-a agressivamente e por todo o corpo, independentemente das diferentes necessidades do corpo humano.

Então, a vantagem do robô, é que o medicamento será focado e não destruirá as células saudáveis em vão e será administrado apenas quando as condições que exigem a liberação da droga forem atendidas. O robô é programado com antecedência para agir judiciosamente em um amplo espectro de situações e condições no corpo humano".

A Profa. Popovtzer acrescenta que um dos campos de pesquisa mais intensivos e fascinantes atualmente é o tratamento médico adaptado, baseado na genética específica do paciente. "Como cada pessoa no mundo é única, com uma carga genética diferente, o tratamento de cada um deve ser diferente. No meu laboratório desenvolvemos ferramentas para a medicina personalizada".

Popovtzer completa “Isso é feito porque a variedade nos genes faz com que todos reajam de maneira diferente às doenças”.

NewsBytes portuguese JANUARY 2018O Instituto de Nanotecnologia e Materiais Avançados da Universidade Bar-Ilan (BINA) realizou recentemente uma cerimônia de aposentadoria do Prof. Yuval  Garini como Diretor do Instituto. No seu lugar, o Prof. Dror  Fixler passou a che_ar o Instituto.

O Prof. Dror Fixler defendeu seu pós-doutorado na Universidade Normal do Sul da China, em Guangzhou, onde ainda mantém seu laboratório em operação. Ele é membro do Centro de Nano Fotônica do Instituto BINA e professor da aculdade de Engenharia.

Fixler é um experto em pesquisa de eletro-óptica e fotônica que inclui a emissão, transmissão e detecção de luz para propriedades biomédicas. Os principais focos são o desenvolvimento de novas tecnologias para microscopia de super-resolução, testes médicos e redes de comunicação. Desejamos ao Prof.  Fixler muito sucesso e que o Instituto de Nanotecnologia continue  a promover os avanços e o desenvolvimento de pesquisas de  alta complexidade  para o bem da humanidade.

Durante o mes de dezembro passado, o novo presidente da Universidade Bar Ilan, Prof. Arie Zaban, visitou Punta del Este no Uruguai junto com a VP de Desenvolvimento Dra. Merav Galili e o Diretor do Departamento Iberoamericano da Universidade, o Sr. Yossef Bar-Magen.
Durante a visita houve encontros com antigos e novos amigos da Universidade no continente, nos quais o Prof. Arie Zaban destacou as extraordinarias realizações da Bar-Ilan e sua visão para a Universidade na próxima década. Um dos aspectos mais importantes desta visão é Impacto.

O Impacto como conceito representa uma nova abordagem de pesquisa acadêmica desenvolvida na Universidade Bar-Ilan nos últimos anos. A abordagem prioriza a pesquisa multidisciplinar.

Onze centros de Impacto estão atualmente em operacão na Universidade. Nestes centros, pesquisadores e estudantes de várias disciplinas se unem para enfrentar problemas sociais, econômicos, políticos, tecnológicos, médicos ou culturais complexos e desta uniao se espera que consigam mudar significativamente o mundo em que vivemos.
A Universidade está entrando em uma nova era e esperamos que todos nossos amigos se juntem a nós nestes novos desafíos e emprendimentos.

NewsBytes portuguese JANUARY 2018b

 

NewsBytes Spanish December 2017

Nossos cérebros são máquinas incríveis que podem nos fazer viajar ora por memórias dolorosas, ora por outras que nos enchem de alegria; ou mesmo nos teletransportando para o nosso futuro imaginado.

Sonhar acordado pode parecer algo que não requer nenhum esforço, mas o ato de avançar e retroceder no tempo em nossos próprios pensamentos está longe de ser simples. Nova pesquisa descobriu que, quando nos lembramos, ou olhamos para o futuro, nosso cérebro está trabalhando duro usando uma mistura de diferentes sistemas.

O estudo, publicado na revista Nature Human Behavior, foi liderado pelo Dr. Vadim Axelrod e o  Professor Moshe Bar da Universidade Bar-Ilan. A equipe pediu aos voluntários que imaginassem uma cena e estudaram as regiões ativas do cérebro para identificar a complexa rede de sistemas que trabalham juntas quando temos pensamentos internos, bem como quando nos identi_camos com outros pensamentos.

Quarenta e um  participantes saudáveis foram estudados usando Ressonância Magnética. Enquanto estavam no scanner, os participantes foram convidados a gerar "experiências mentais" associadas a uma determinada imagem.

Cada um tinha que imaginar o que aconteceu antes ("imagens passadas") ou depois da cena ("imagens futuras"), cada um teve que se lembrar de um episódio pessoal relacionado à cena ("memória episódica") e se imaginar como a pessoa na imagem ("empatia").

A partir desses resultados, Axelrod e sua equipe conseguiram identi_car três sistemas cognitivos diferentes ativados no cérebro durante o pensamento. Porem, mesmo que os três sistemas estejam ativos no momento de lembrar algo, o que é mais perplexo, como Axelrod explica, foi como a entrada sensorial não é necessária. Tudo o que precisamos fazer é fechar os olhos e podemos ser transportados para a frente ou para trás no tempo sem ser conduzidos por um cheiro, uma foto ou similar.

Então, enquanto nós poderíamos imaginar que nossos pensamentos vêm ao mesmo tempo e em uma única entidade, o cérebro realmente os processa usando diferentes sistemas.

Isso pode parecer contraditório porque cada uma de nossas experiências se sente como um todo monolítico, continuou Axlerod. "Quando você imaginar suas próximas férias,  saiba que não há uma  parte do seu cérebro que cria uma cena virtual e outra que viaja no tempo”.

A equipe espera que seu estudo abra caminho para novas pesquisas capazes de detectar outros sistemas cognitivos que vão além dos três identificados.