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Pesquisadores da Universidade Bar -Ilan descobrem que nano partículas injetadas na corrente sanguínea podem ser usadas para iluminar as áreas com problemas ajudando assim a tratar a arteriosclerose. Cientistas israelenses estão desenvolvendo um novo método para tratamento de bloqueios fatais nas artérias, usando nanopartículas de ouro para colorir potenciais áreas problemáticas podendo até mesmo tratá-las.

Um estudo recente analizou o uso de nano bastões de ouro para ajudar a tratar a arteriosclerose – doença vascular na qual as paredes das artérias engrossam ao longo do tempo devido ao acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos. Estes bloqueios podem, eventualmente, causar ataques cardíacos e derrames.

Um dos principais problemas no tratamento da arteriosclerose é a identificação da doença. Os investigadores estão tentando tirar vantagem de uma das principais características das formações da arteriosclerose: elas são ricas em macrófagos - um tipo de glóbulo branco que ingere substâncias estranhas.

Nanobastões de ouro, por sua vez, têm propiedades ópticas únicas que lhes ermitem ser detectadas usando scanners a laser. Quando injetadas no corpo, as nanopartículas são essencialmente absorvidas por macrófagos, iluminando assim as áreas problemáticas e permitindo um diagnóstico rápido, não-invasivo e de baixo risco, após o qual os médicos podem decidir a melhor forma de prosseguir com o tratamento.

O Prof. Dror Fixler, chefe da pesquisa, observou que "os testes oferecidos hoje em dia incluem ultrassom, tomografia computadorizada e ressonância magnética, os quais são caros, não prontamente disponíveis e incluem radiação ionizante (e portanto prejudicial).

Nosso método de teste é não-ionizante. "A equipe também está procurando maneiras de emparelhar as nanopartículas com lipoproteínas de alta densidade (HDLs ), também conhecido como " colesterol bom ", que ajudam a quebrar as células de gordura nos vasos sanguíneos derrubando assim os bloqueios.

Consequentemente, as partículas de ouro poderiam ser transformadas num sistema de entrega direcionada tanto para identificar como para tratar as áreas afetadas por placas.

Celebrando os 50 anos da Declaração Conciliar “Nostra Aetate” sobre as relações da Igreja Católica com as Religiões não-cristãs, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, a Comissão para as Relações Religiosas com os judeus  e a Pontifícia

Universidade Gregoriana organizaram, entre 26 e 28 de outubro passado um Congresso Internacional para analisar o  impacto da Declaração  sobre as cinco

décadas desde a sua promulgação.

A Universidade Bar -Ilan foi representada pelo Rabino Prof. Daniel Sperber especialista em diálogo Inter-religioso, que atuou como moderador no debate sobre " O Desafio da Liberdade religiosa " . Ao final do Congresso os participantes tiveram uma audiência  com o Santo Padre. O Rabino Prof. Daniel Sperber , também foi convidado pelo Patriarca Ecumênico, chefe da Igreja Ortodoxa, para uma conferência Internacional na Grécia.

Lembramos que a Universidade Bar-Ilan foi a Primeira Universidade Judaico-Israelense a organizar uma visita ao Papa há um ano.

Nessa oportunidade  o Papa  foi presenteado com a mais alta condecoração da Universidade. O Prêmio de Excelência lhe foi outorgado  por seus esforços para

construir pontes entre as religiões e  as nações. "Nós trabalhamos constantemente para superar as diferenças entre os vários setores da sociedade israelense" , disse o presidente da Universidade Prof. Rabino Hershkowitz.

Celebrando  os 50 anos da Declaração Conciliar “Nostra Aetatesobre as relações da Igreja Católica com as Religiões o-cristãs, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, a Comissão para as Relações Religiosas com os judeus e a Pontifícia Universidade Gregoriana organizaram, entre 26 e 28 de outubro passado um Congresso Internacional para analisar o impacto da Declaração   sobre as cinco décadas desde a sua promulgação.

A Universidade Bar -Ilan foi representada pelo Rabino Pr of. Daniel Sper ber especialista em diálogo Inter-religioso,  que atuou como moderador no debate sobre " O Desa o da Liberdade religiosa " . Ao

nal do Congresso os participantes tiveram uma audiência com o Santo Padre.

O Rabino Prof. Daniel Sperber , também foi convidado pelo Patriarca Ecumênico, chefe da Igreja Ortodoxa, para uma conferência Internacional na Grécia. Lembramos que a Universidade Bar-Ilan foi a Primeira

Em agosto aconteceu a entrega do Prêmio Maimônides ao Sr. Meyer J. Nigri pela sua destacada atuação em prol do

crescimento acadêmico e de pesquisas da Universidade de Bar Ilan e pelo seu trabalho para estreitar os laços entre

Brasil e Israel. O Presidente Daniel Hershkovitz entregou o premio durante uma noite muito agradável com amigos

do Meyer na casa de Paulo e Monica Gartner.

No dia 20 de outubro, na cidade de Cordobra na Argentina, aconteceu a entrega de diplomas da primeira turma de Professores com o aval acadêmico do Vaad Hajinuj Hakehilati da AMIA e do Centro Virtual Lookstein de Estudos Judaicos da Universidade Bar-Ilan. De um total de dezoito matérias do plano de estudos, cinco se realizam à distancia atraves do Centro Lookstein. Este centro de estudos (mijlala) foi criado em 2012 como uma resposta à necessidade imperiosa de formação de profesores para escolas judaicas na diáspora.

Presentes ao evento a Diretora do Vaad Hajinuj Hakehilatí da AMIA, Profa Batia D. de Nemirovsky; o Diretor do Centro Lookstein da Universidade Bar Ilan, Prof. Meir Ben Itzjak; o Presidente do Centro Unión Israelita, Cdor. Hugo Waitman; o Secretario de Relações Institucionais, Dr. Carlos Sanchez; o Presidente do Conselho Escolar do Colegio Isrealita Geral San Martin Lic. Diego Lamisovsky.

O Colégio Aron Bresler contribui sem a menor duvida com o aprimoramento e a continuidade da educação judaica para a geração atual e as futuras.

Parabéns aos novos Bachareis!!!

Os primeiros indicios indicam que o Homem já cozinhava pão há mais de 10 mil anos. Mas agora, pesquisadores da Universidade Bar-Ilan em conjunto com estudiosos da Universidade de Harvard armam que os primeiros pães da História foram comidos entre 2 a 3 milenios antes disto por comunidades “Natua”. As evidencias encontradas indicam que o pão não era tão suave, macio e saboroso quanto o que estamos acostumados a comer porem não era de todo mal.Para nossos antepassados o pão deveria ser quase uma iguaria. Como cozinhavam na Idade da Pedra? Num recente artigo na revista PLOS ONE, os pesquisadores da Universidade de Bar Ilan em conjunto com os de Harvard descrevem o processo. Primeiro recolhiam grãos de cevada silvestre e os deixavam amadurecer no chão. Depois os golpeavam com uma pequena vara para em seguida serem peneirados a m de separar os grãos propriamente ditos.

Utilizavam argamassa em formato conico talhados na pedra para remover as cascas dos grãos e transformá-los em farinha. Assim cozinhavam o que os cientistas chamam de proto-pita , ou seja , pão azimo cozido no carvão. Cheios com uma medida do grão cru e batido com um pilão de madeira, os cones maiores eram usados para eliminar cerdas na borda das sementes. Os cones menores foram usados na fase seguinte, quando os mesmos pilões de madeira eram usados para remover a casca do grão, explicou o pesquisador Adiel Karty Os cones e o pilão haviam sido talhados na rocha do vale do Jordão em Israel há mais de 12.500 anos e descobertos há décadas, porem os arqueólogos que os encontraram da primeira vez não sabiam para que serviam. "Este sosticado sistema agro-tecnológico indica que a comunidade Natua fez a transição de caça/coleta para uma economía baseada na agricultura, e isto aconteceu uns 3.000 anos antes da domesticação dos cereais ", disse o pesquisador David Eitam